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Macunaíma, herói de
nossa gente
Introdução:
Macunaíma, herói de nossa gente é um enredo baseado na importante
obra de Mário de Andrade – Macunaíma. O livro, publicado em 1928,
foi um sucesso intelectual, repercutindo em todo país pela novidade
que apresentava. Acumulando lendas, superstições, frases feitas –
tudo sistematizado e intencionalmente entretecido – a obra forma um
quadro de triângulos coloridos em que os pedaços, aparentemente juntados
ao acaso, delineiam em conjunto a paisagem do Brasil e a figura do
brasileiro comum. Romance, lirismo, epopéia, história, mitologia e folclore misturam-se
sob as vestes de uma linguagem onde se fundem termos empregados nas
diversas regiões de nosso país. Macunaíma, a figura central do tema,
foi inspirada num personagem do lendário indígena. No lendário indígena
Macunaíma tem o seguinte significado: divindade dos indígenas macuxís,
acavais, arecunás, taulipangs e caraíbas que habitam o oeste do planalto
da Serra Roraima e o Alto Rio Branco. Macunaíma é o ser que trabalha
à noite, espírito grande e bom que criou a terra e as plantas. Baixou
do céu e subiu no alto de uma árvore, onde cortou com seu machado
de pedra pedaços da casca da árvore, atirando-os a um rio. Estes se
transformaram em toda casta de animais existentes na terra. Depois
criou o homem e adormeceu-o profundamente. Quando o homem acordou
encontrou a mulher a seu lado. Explicando um mito análogo ao dilúvio
universal o espírito do mal dominou a terra e Macunaíma enviou chuvas
torrenciais. Da primitiva crença dessa divindade, aliás, identificada
como o próprio Deus criador pelos tradutores da Bíblia para a língua
caraíba, Macunaíma tornou-se o herói de um ciclo etiológico e zoológico.
Segundo Câmara Cascudo a mutação explica-se pela convergência de tradições
orais entre as tribos, interdependência cultural decorrente de guerras,
viagens e permutas de produtos. Nos episódios em que Macunaíma é personagem
central, este revela o seu inesgotável poder mágico, transformando
inclusive seus inimigos em pedras. Assim, Macunaíma tornou-se um símbolo
da astúcia, da maldade instintiva e natural, da alegria zombeteira,
Theodor Koch Grünberg coligiu diversas aventuras de Macunaíma nesta
fase popularesca que constituem a maior e melhor coleção de relatos
dessa divindade ou herói. É nesse personagem que Mário de Andrade
se inspirou para criar o seu Macunaíma e no qual a Portela humildemente
tem a ousadia de compor o seu enredo. Épico, assombroso, colorido,
caótico Macunaíma está presente em toda a Escola. Diluindo-se, transfigurando-se
ora é o branco, ora é o negro, ora é o índio. A floresta cheia de
mistérios e tentações. E as estrelas povoadas de luzes e encantamento.
Pelo aspecto de figura de gesta Macunaíma se aproxima demais da epopéia
medieval. Têm de comum com aqueles heróis a humildade e o maravilhoso.
Está fora do espaço e do tempo. Não tem época. Tanto pode estar agora
no Amazonas como em São Paulo ou Goiás. Subverte itinerário, desgeograficando
costumes e lendas numa mistura tão ao gosto de nossas tradições.
Sinopse:
Portela apresenta Do folclore, tradições Milagres do sertão, a mata virgem Assombrada com mil tentações
Como observa Haroldo de Campos, “o grande sintagma que arcabouça todo
o livro, dando-lhe coerência e unidade, articula-se entre o roubo
e a recuperação do talismã do herói, a Muiraquitã”. No fundo do mato-virgem nasceu Macunaíma, herói de nossa gente. É
preto, retinto, filho da tribo Tapanhuma, que significa negro
(esta tribo, referida em Von den Steinem, habita as confluências dos
rios Tapajós e Arinos). Tem dois irmãos Maanape, negro, feiticeiro e
Jiguê,
índio, homem feito. (confluência racial) Um dia, em suas andanças, o herói encontra uma cunhã belíssima dormindo.
Pelo peito direito que é seco, logo vê que ela pertence à tribo das
mulheres sozinhas da lagoa espelho da lua, próxima ao Rio Nhamundá.
Era Ci – Mãe do mato, rainha das amazonas. Ele a possui. Surge, então,
um bando de araras, jandaias, tuins, periquitos saudando Macunaíma
que, pelo casamento com aquela moça, se tornará Imperador do mato
virgem. Eles então viajam e começa uma vida feliz para o herói que vive bebendo
pajuari, cantando ao som da viola de cocho. Ci tecera com os próprios
cabelos a rede em que dormiam. Na lenda taulipang, coligida por KG,
as amazonas podem ter relações eventuais com homens que visitem suas
malocas, mas não lhes é lícito casar-se (estabelecer relações duradouras),
sendo vedado aos companheiros de ocasião permanecer no convívio da
tribo; os filhos varões que resultem dessas uniões são sacrificados,
só sendo poupadas às filhas. Macunaíma, assim, viola implicitamente um interdito tribal codificado
(tabu) e, conseqüentemente, estará sujeito a punições. Ao fim de seis mesas nasce um filho varão, o filho encarnado (filho
do relâmpago segundo a lenda Caxinauá). Houve festas. Vieram mulatas
da Bahia, Rio Grande do Norte. Ci se torna mestra do cordão de Pastoril.
Mas veio a punição. A cobra preta inutilizou o único peito vivo de
Ci e o menino encarnado morre envenenado.
Ci, a rainha mãe do mato Macunaíma fascinou. Ao luar se fez poema. Mas ao filho encarnado Toda maldição legou.
Macunaíma herói múltiplo, quase se poderia escrever como seu autor:
eu sou trezentos. Encarna uma enorme variedade de personagens, ora
boas, ora ingênuas, quase sempre ingênuas. Ele é valente. É covarde.
É feiticeiro. Catimbeiro. Astucioso Irreverente. Gozador.
Macunaíma, índio branco catimbeiro Negro sonso feiticeiro Mata a cobra e dá um nó.
Com a morte do filho encarnado, fruto do matrimônio proibido, Ci também
morre e se transforma em estrela, a beta do centauro. Ao morrer Ci retira do seu colar a muiraquitã e a oferece a Macunaíma
como lembrança de seu inesquecível amor. Segundo a lenda, as amazonas costumavam presentear os homens que as
visitavam com uma pedra verde em forma de réptil, a muiraquitã.
A muiraquitã é um talismã de felicidade. As pessoas que a possuem
ficam cheias de sorte (marupiara). No outro dia, o herói saudoso fura o lábio inferior e transforma a
muiraquitã em tembetá, enfiando-a no orifício labial. Chama os irmãos,
despede-se das icamiabas e parte pelos matos onde imperava, sempre
acompanhado por um séqüito de araras e jandaias. O herói ainda sente
saudades da amada, mas logo se mete em aventuras novas. Ouve um lamento
de uma moça. Foi ver, era uma cascata. Ouve sua história. Ela se chamava
Naipi e fora uma índia lindíssima. Mas a boiúna capei, um monstro
que escravizava sua tribo por inveja de não a ter possuído, transformou
a moça numa pedra e o seu namorado, um jovem guerreiro da tribo, em
plantas roxas. As lágrimas de Naipi formam uma cascata (ela chora
de desgosto) e o monstro a vive vigiando. Macunaíma se revolta e decide
enfrentar a boiúna (cobra) capei. Derrota-a, decepando-lhe a cabeça
que sobe pro céu e se transforma em lua (uma história dentro da história).
Mas na luta com a cobra capei Macunaíma perde a muiraquitã. Ele, então,
passa a procurá-la, desesperadamente. A muiraquitã é uma pedra-toque
do paraíso perdido a reencontrar. Pede ajuda. Ninguém sabe informar seu paradeiro. Nenhum ser vivo,
nenhum animal ou pássaro dos matos. Ninguém podia ajudar ao imperador
do mato virgem a achar seu amuleto. Um dia, quando descansava da busca intensa que empreendia, o Negrinho
do Pastoreio (segundo B. Rodrigues, o Saci do Rio Grande do Sul. É
o nume que mostra as cousas perdidas, é mulo de São Longuinho) se
apieda dele e manda o pássaro Uirapuru (descrito como possuidor de
virtudes mágicas) dizer com o seu canto onde se encontra a pedra.
O uirapuru revela a Macunaíma que a sua Muiraquitã fora perdida na
beira de um rio, quando ele brigava com capei. Agora a pedra estava
em São Paulo, com Venceslau Pietro Pietra, regatão peruano, que a
comprara de um mariscador que, por sua vez, a encontrara dentro de
uma tartaruga. Por isso Macunaíma era infeliz e não era mais marupiara.
O pássaro se foi Macunaíma resolve partir pra São Paulo e os irmãos
o acompanham.
Ci em forma de estrela A Macunaíma dá Um talismã que ele perde E sai a vagar (Ora encanta) Canta o uirapuru e encanta Liberta as mágoas de seu triste coração Negrinho do Pastoreio foi a sua salvação.
No outro dia vai até a Ilha de Marapatá, a fim de ali deixar a consciência,
e partem pelo Araguaia. Em sua viagem, resolvem tomar um banho (no Rio Araguaia não podia
porque tinha muitas piranhas), então avistaram uma cova cheia d’água
na superfície de uma lapa. Era a marca do pé do Apóstolo São Tomé,
quando andou pela América pregando o Evangelho, o Sumé dos índios.
A água era encantada e o herói ao banhar-se ficou louro, branco, de
olhos azuis. Jiguê vai em seguida e, como o líquido está turvo ele
fica vermelho e tanto se esfrega que atira a maior parte da água para
fora da cova. Por esse motivo Maanape só consegue clarear a palma
da mão e dos pés. Todos os animais, inclusive as quarenta espécies
de macacos, contemplam os três irmãos. Chegam, assim transformados
(um branco, um negro e outro índio – as três raças que compõem a raça
brasileira) a São Paulo. A cidade de pedra não agradou a Macunaíma, acostumado ao silêncio
entrecortado de pios e cantos mágicos dos seus matos. Mas a reconquista
da muiraquitã era muito importante. Depois de um fracasso inicial,
tendo recorrido inclusive à macumba, Macunaíma recorre a uma série
de truques e, por astúcia, consegue derrotar o gigante Piaimã, comedor
de gente, que se havia disfarçado em Venceslau Pietro Pietra, o que
estava de posse de seu amuleto. Macunaíma derrota o gigante Piaimã
ridicularizando-o e assim recuperava a sua querida muiraquitã.
E derrotando o gigante
Era uma vez Piaimã Macunaíma volta com a muíraquitã.
Mário de Andrade encontrou no lendário de Koch Grünberg os atributos
básicos para a configuração do antagonista principal de Macunaíma.
“A figura de Piaimã mostra diferentes feições. Em muitas lendas ele
é o gigante antropófago que causa toda sorte de desgraças; finalmente
acaba caindo na própria armadilha e sendo morto por um homem valente.
Ele é justamente o primeiro médico feiticeiro, o “grande mágico” como
demonstra o próprio nome, que se compõe de PIAI – médico feiticeiro
e de sufixo aumentativo IMÃ – grande. Consegue, pelas lições dadas,
formar os primeiros médicos feiticeiros entre os homens dando-lhes
as plantas de poderes mágicos, especialmente o fumo, que desempenha
papel importante na cura de moléstias. Piaimã é considerado,
finalmente, o pai primário dos ingarikó, que vivem na mata
virgem, ao nordeste do Roraima. Não obstante o parentesco próximo
de sua língua com as do taulipang e arecuná, foram em
tempos idos seus inimigos figadais, e ainda hoje são temidos pelos
seus vizinhos que os têm como “kanaime” assassinos ocultos
e mágicos perversos. Na mitologia não é raro ter a lembrança de uma
tribo inimiga ter contribuição para a formação de um espírito maligno.
Assim como Piaimã no fabulário arecuná e taulipang já é uma figura
híbrida, com traços de estrangeiro e adversário tribal, Mário sobrepôs-lhe
um nome e atributos extraídos da realidade de seu tempo. Piaimã é,
desde logo, rebatizado com um sobrenome de conformação italiana Pietro
Pietra, embora o prenome nos lembre reis da Boêmia (aliás um prenome
já aclimatado à onomástica brasileira). Ao derrotar o gigante, Macunaíma volta pra sua querência. De novo
no mato-virgem onde sempre imperou. Quando a muiraquitã é recuperada
pelo herói, tudo se transforma como por milagre: “não possui nem mais
um tostão, porém lhe balançando no beiço furado pendia a muiraquitã.
E por causa dela, tudo ficara mais fácil. De novo marupiara”.
Marupiara na luta e no amor
Passam o tempo e as aventuras, Macunaíma fica só. Nem mais o séqüito
de araras e jandaias o acompanha. Seu único seguidor agora é um papagaio
falador com que Macunaíma conversa e relembra suas façanhas.
E sua ainda a muiraquitã. Um dia lhe dá vontade de brincar, cousa que não fazia há muito tempo.
Sai mato adentro e encontra uma lagoa de ouro e prata, dentro dela
uma cunhã belíssima. Macunaíma não sabia que a mulher era uma visão.
A cunhã era Uiara. Mergulha ao seu encontro. Quando volta à superfície vê que tudo não
passou de ilusão e que na realidade ele estava era todo mutilado pelas
piranhas. Fica como um louco quando vê que também faltava um pedaço
do beiço e a sua muiraquitã. Desolado, verifica que a muiraquitã e sua perna direita foram engolidos
pelo monstro Ururau (ururau é um monstro aquático que aparece
no sítio da lapa da Cidade de Campos, Estado do Rio, tomando a forma
de jacaré gigantesco e disforme) e contra o qual não tem poderes.
Quando sua pedra para sempre o monstro levou
O herói saiu pelo campo numa perna só e se lastimava da perda da muiraquitã.
Chorava e as lágrimas caindo sobre as florinhas brancas iam tingido-as
de azul. Nasceram os miosótis. Macunaíma não achou mais graça neste mundo. Mas ficou indeciso entre
ir morar no céu ou na Ilha de Marajó (único lugar do Brasil em que
ficaram traços de uma civilização superior). Chegou a pensar na Cidade
de Pedra, de Delmiro Gouveia. Mas desistiu, pois não tinha coragem
para uma organização. Ia para o céu, ser o brilho porém permanente
de mais uma constelação. Ser astro é o destino fatal dos seres, quando
estes ficam sem o que fazer nesta terra. Pega então um cipó e vai subindo por ele cantando:
Vou-me embora, vou-me embora Eu aqui volto mais não Vou morar no infinito E virar constelação

Mario de Andrade, pai da antropofagia
Uma noite Oswald levou-me a casa de Mário de Andrade, encaramujado
na sua casinha à Rua Lopes Chaves. Tive, ainda, outras vezes, oportunidade
de visitar o poeta, sem entretanto descer a níveis de maior intimidade.
Mário era comedidamente amável. Guardava uma austeridade sob medida.
A sombra do professor do conservatório de música estava sempre a seu
lado. A sua erudição pesava dogmaticamente nas conversas. Deliciava-se
com seu repositório de folclore. Tudo vazado cuidadosamente em fichas.
Era disciplinado nos seus esquemas de trabalho. Homem de arquivo tinha
uma atividade epistolar imensa. Multiplicava-se em cartas. Escrevia
para todo o Brasil. Mário gostava de falar, em termos abstratos, das suas atribuições.
Mas tinha a vida estruturada em ordem. Convivia num círculo social
restrito. Era solteirão, morigerado e sem estroinice. Vivia pacatamente
com as tias. Houve época em que ele acompanhava a procissão de vela
na mão. Parecia um anjo deste tamanho, vestindo a opa da Irmandade – contava
um cronista de São Paulo. Não conheci Mário como eu teria querido, com o seu enorme potencial
poético. O que Oswald tinha de natural com reflexos desordenados de
sua personalidade, Mário revelava precisamente o contrário. Era medido,
controlado, fechado. Entretanto, os que privaram com ele, num trato mais íntimo, diziam
que, em rodas de amigos, era folgazão e jovial. Margarida Nogueira
(nossa Cônsul Geral em Milão – 1956-59) assegurou-me que, nos bailes
fechados da SAM (Sociedade de Arte Moderna), Mário puxava o cordão,
como um sambista de morro. Adorava a graçola picante. Em um ambiente jocoso, esvaziava-se em risadas.
“A Chácara de Pio Lourenço, perto de Araraquara, entrou para a literatura
brasileira em 1926. Nesse ano, Mário de Andrade escreveu Macunaíma,
em uma semana de rede e muito cigarro: 16 a 23 de dezembro.
É preciso, entretanto, que se conheça o método de trabalho de Mário
de Andrade para compreender como foi possível em tão pouco tempo redigir
um livro no qual se acumula um despropósito de lendas, superstições,
frases feitas, provérbios e modismos de linguagem, tudo esquematizado
e intencionalmente entretecido, feito um quadro de triângulos coloridos,
em que os pedaços, aparentemente juntados ao acaso, delineiam em conjunto
a paisagem do Brasil e a figura do brasileiro comum. Os amigos que o viram trabalhar referem-se-lhe à técnica. Primeiro
era a documentação trabalhosa e pachorrenta, para depois escrever.
E nenhum trabalho seu deixou de ser documentado escrupulosamente.
Desde Macunaíma até muitas poesias. Vinha o momento de criação, o estado de poesia, coisa comparável a
um transe mediúnico em que aqueles fragmentos de documentação se integravam
e Mário de Andrade redigia. Saía tudo descuidado, como se fosse um
mapa do subconsciente. Apenas com o artesanato e a estética que já
se haviam incorporado nele, como quem toca piano e conversa ao mesmo
tempo, uma espécie de memória dos dedos, memória medular.
Só depois começava o trabalho de arte, o polimento, o artífice em
ação. Vale a pena reler o que ele próprio disse, para exemplo de Paulicéia
Desvairada começava o corte. Cortava sem piedade, coisa dura de
fazer sacrifício que dói a muitos e de que poucos têm coragem.
Vaidade que Mário não teve. Contou-me Luiz Saia, seu amigo de sempre,
que Mário lhe dissera haver escrito sete cadernos de jato e que os
reduzira a dois, logo na segunda versão. E cortou sem que deixasse
esfriar, levou eliminando e refazendo o que havia criado no primeiro
impulso. Começou em 23 de dezembro de 1926 para terminar em 13 de
janeiro de 1927.”
Do livro Roteiro de Macunaíma, de Cavalcante Proença.

Roteiro do Desfile:
Portela liberta mágoa e alegra os corações
Abertura:
a) Cobra com um Nó “Mata a cobra e dá um nó”: Ala guarnecendo b)
Carro Abre-Alas: Abertura da floresta. No fundo do mato virgem nasceu
“Macunaíma herói de nossa gente”. Asas de pássaros desenvolvendo preciosos
movimentos Mulata escultural fantasiada de Águia da Portela.
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Comissão de Frente: 15 mulatas fantasiadas de Muiraquitã
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Macunaíma, Jiquê e Maranape: Destaques
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Danças religiosas da tribo (muruá, poracê, torê, bacororô, cucu icogue):
Alas diversas e destaques
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Tribo Tapanhuma: Alas
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Iriqui: Destaque
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Tribo Caxinauá: Alas
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O Curupira: Adereço
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O casamento de Macunaíma: Alas e destaques
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Macunaima imperador do mato virgem: Destaque
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Séqüito de araras e jandaias: Ala
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O filho encarnado: Ala
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Naipe e Titçate: Destaque
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Tribo escrava da boiúna capei: Alas
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O uirapuru: Destaques
1° Carro alegórico: a muiraquitã
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Bandeirantes: Alas e Destaques
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Pastoril: Alas e Destaques
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A macumba: Alas e Destaques
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Rio de Janeiro: Alas e Destaques
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Uei, a Sol: Destaque
2° Carro alegórico: O gigante Piaimã
3° Carro alegórico: A constelação
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