FICHA TÉCNICA 2008

 

Carnavalesco     Orlando Júnior
Diretor de Carnaval     Osmar Vaz de Araújo (Mazinho)
Diretor de Harmonia     Willian
Diretor de Evolução     Willian
Diretor de Bateria     Adilson Teixeira dos Passos (Mestre Dacopê)
Puxador de Samba Enredo     Igor Viana
Primeiro Casal de M.S. e P. B.     Márcio Siqueira (Marcinho) e Thaisa Barros
Segundo Casal de M.S. e P. B.     Não tem
Resp. Comissão de Frente     João de Aquino
Resp. Ala das Baianas     Waldicéia Maria de Jesus
Resp. Ala das Crianças     Wladimir
Resp. Galeria de Velha Guarda     A Tradição por ser uma Escola muito jovem, não tem este conceituado grupo de Velha Guarda

 

SINOPSE 2008

Isto sim é a Tradição!

Justificativa:

          A Caçulinha guerreira busca em sua história a garra para voltar ao seu lugar por direito.
          De onde tirar forças para lutar. Para absorver uma realidade dura,porém irreversível.
          Acordar e descobrir que a "Caçulinha guerreira" e destemida havia tropeçado no cansaço da estrada sem perceber que na vivência de tantas guerras não havia se dado conta do número de guerreiros que haviam deixado para traz.
          Uma luta pode trazer vitórias, mas traz também o desgaste. A frieza. O imediatismo. E a mesmice em suas repostas.
          Quando se luta muito e os resultados são negativos. Cometemos o segundo erro. Procuramos os culpados quando deveríamos procurar onde estão os erros.
          Sei que lendo assim parece que estamos relatando a vida política, sentimental ou financeira de uma pessoa ou de um país. Mas não.Estamos relatando a história de uma GUERREIRA que teve um crescimento precoce, envolta a muitas glórias, mas com pouca consistência.
          Sim senhores iremos contar a nossa história, mas acima de tudo mostrar nossa garra, e determinação em voltar. E somente por um motivo.
          Isto sim é a Tradição!

Sinopse:

          A Tradição irá contar sua própria história. Não uma lamentação como muitos podem imaginar. Simplesmente porque nossa história é alegre,tem determinação, garra, união, sentimento, paixão, luta e vitórias.
          A união de todos para realizarmos os primeiros ensaios da escola. A conquista de nossa sede com garra, determinação e alegria. Ah! O circo. Quem não se lembra da lona do circo que cobria o terreno da quadra, uma das melhores épocas de nossa escola...
          E a exemplo de Monteiro Lobato, escolhemos alguém muito especial para contá-la. Não, não é a Dona Benta. Mas é o nosso bem mais precioso e a idealizadora deste enredo. Vilma Nascimento, o Cisne da Passarela.
          Quem melhor do que ela.........
          Ela irá contar a vocês desde 1984 quando a Tradição foi fundada e desfilou em 1985 pela primeira vez com o enredo Xingu Pássaro Guerreiro. Todos irão relembrar com ela os bons enredos e pessoas magníficas que ajudaram a escrever esta história.
          Oh! Natal bom Natal...
          Que bom seria se ele estivesse vivo para ver essa boa luta.
          O melhor da raça, o melhor do carnaval.
          Este será nosso lema, iremos mostrar todo o nosso melhor.
          Ah! Rio, amor, samba e tradição.
          Esse é a nossa cara.
          Que saudade! João Nogueira, Jorge Paes Leme e Tia Vicentina com certeza estão na mesma escola no céu.
          A coroação.
          Um carnaval rico iniciando a mutação da escola
          E quando cantamos nosso bairro, Nos braços da história, Jacarepaguá quatro séculos de glória.
          E quem não cantou?
          Qual é o prêmio Lombardi, diz aí...
          O homem do baú.
          Mas vamos parar por aqui, pois sem imitar ninguém,
          Se eu for falar na Tradição hoje eu não vou terminar...

          Isto sim é a Tradição!!!

Orlando Júnior

Roteiro do Desfile:

 

1º Setor: Isto sim é a Tradição

Nome da Fantasia

Nome da ala

descrição

Responsável pela ala

 

Cisne

Comissão de Frente

Uma grata homenagem a uma personalidade fundamental em nossa história.

João de Aquino
1º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira: Troféu Imprensa
Homenagem a um dos maiores enredo – O Homem do Baú
1ª Alegoria: Condor (Símbolo da Tradição)
O Condor irá contar a vocês desde 1984 quando a TRADIÇÃO foi fundada e desfilou em 1985 pela primeira vez com o enredo Xingu Pássaro Guerreiro. Todos irão relembrar com ele os bons enredos e pessoas magníficas que ajudaram a escrever esta história.
Principais destaques: Nil de Yemanjá

1

Guardiões do condor

Baianas

Buscamos nossa Ala mais preciosa que desde o inicio de nossa fundação, cuidam de nós com muito amor e carinho.

Waldiceia de Jesus

2

Capital nacional do samba

Sábado Legal

Bairro original de nossa fundação, cantado em verso e prosa como a capital do samba, orgulho de nossa existência, alegria de nossa comunidade.

Vânia Love

3

Caçulinha Guerreira

Panteras

Um carinhoso apelido dado a nossa agremiação em nossa fundação, pela imprensa. E àpartir daí retornamos para buscar forças, corrigir erros e voltar ao grupo especial.

Débora Valença

2º Setor: Personalidades da Tradição

2ª Alegoria: Os bambas da Tradição
Uma homenagem as personalidades do samba e da Tradição que fizeram parte a nossa história. Samba, feijoada da Tia Vicentina e uma loura gelada.
Principais destaques: Luis Carlos

4

Tia Vicentina

Comunidade de Campinho

Um ícone não só na história da Tradição, mais homenageada e venerada por todos no mundo do samba. Homenageada por personalidade como Paulinho da Viola, lutou ao lado do sobrinho Nésio Nascimento, pela fundação da Tradição.

Aracy

5

Malandrinhos na Tradição

Crianças

A Tradição de hoje, é formada por crianças que ‘a 23 anos atrás, tiveram que se tornar “malandrinhos”, para sobreviver ao carnaval.

Wladmir

6

Jorge Paes Leme

Liberdade para as borboletas

Figura impar no carnaval carioca, detentor de homenagens e troféus por sua capacidade e competência como diretor de carnaval. Fundou a Tradição e lá esteve até sua morte.

Paulo Sergio

7

Natal da Portela

Família Nascimento

Natal da Portela Pai de Nésio Nascimento – fundador da Tradição, foi um grande enredo 1987, quando a Tradição foi campeã. Coincidência ou Proteção?

Wagner Nascimento

8

João Nogueira

Amigos do João Nogueira

Cantor e compositor da Portela durante muitos anos. Ajudou a fundar a Tradição e compôs sambas enredos, juntamente com Paulo César Pinheiro, durante muitos anos. Que saudades...

Ângela Nogueira

3º Setor: Viagem aos enredos

3ª Alegoria: Viagem fantástica ao pulmão do Mundo
Uma grande homenagem ao nosso enredo que descreve as belezas da Amazônia.
Principais destaques: Antônio Salles

9

Gênios do carnaval

Dá o que falar

Desde o seu inicio a Tradição tornou –se uma escola atípica, não apenas pelos seus sucessivos campeonatos, mais também na forma de entender o samba. Em seu inicio a escola juntou um grupo de carnavalescos famosos que foram responsáveis pela sua caminhada até o grupo de especial. Muito Obrigado...

Clemente

10

Viagem fantástica ao pulmão do mundo

Passista

Uma homenagem a um enredo de grande transformação na escola e bastante aplaudido.

Amilton

11

Jacarepaguá quatro séculos de glória

Bateria

Neste enredo a Tradição sofisticou a apresentação plástica, como também pode trazer toda sua comunidade para participar deste grande desfile.

Dacopê

12

Ginástica olímpica

Renovação

Um dos motivos da fundação da Tradição foi a preocupação não só apenas com o carnaval mas também com o cultural e esportivo. As atividades desenvolvidas em nossa quadra é motivo de grande orgulho, onde encontramos força para lutar. Projeto comunitário, mantido em nossa quadra para a comunidade.

Iamara

13

Capoeira

Maculele

Grupo de jovens que viviam a margens da Tradição foi atraído por nossos projetos sociais e hoje formam um dos maiores grupos do Brasil. E nos ensinaram algo importante – para tudo é necessário Disciplina.

Ephrain

4º Setor: Carnavais dos Carnavais

4ª Alegoria: O carnaval
Homenagem aos carnavais da Tradição e a maior festa popular do mundo – o carnaval
Principais destaques: André Marques

14

Rei senhor rei Zumbi rei nagô

Pedro Ernesto

Uma escola denominada caçulinha guerreira não poderia deixar de homenagear um povo tão guerreiro quanto. Foi um grande desfile.

Mara

15

De geração a geração nas asas da Tradição

Asas do condor / Ki-prazeres

Um enredo em que nosso condor alçou vôo para o mundo dos adultos.

Cleide e Carlinhos

16

Não me leve a mal é carnaval

Da paz

Esse enredo levou a escola para avenida de sua forma mais original – alegre e solta.

Deise

17

Alegria

Balangandãs

Com todos os problemas não poderíamos deixar de falar deste enredo que deixou evidente o carisma da escola. E para retratar este momento buscamos aqueles que sem sombra de duvidas são extremamente carismáticos.Os caricatas...

Mazinho

18

Compositores da Tradição

Compositores

Responsáveis por obras tão belas que já passaram nesta avenida.

Lima

Bibliografia:

Enredos de nossa agremiação:

  • Xingu, pássaro guerreiro – 1985

  • Rei Senhor, Rei Zumbi, Rei Nagô – 1986

  • Sonhos de Natal – 1987

  • O melhor da raça, o melhor do carnaval – 1988

  • Rio, samba, amor e Tradição – 1989

  • A coroação – 1990

  • De geração à geração nas asas da Tradição – 1991

  • Não me leve a mal, hoje é carnaval – 1993

  • Amazônia, a viagem ao pulmão da terra – 1998

  • Nos braços da História: Jacarepaguá, Quatro Séculos de Glória – 1999

  • Hoje é domingo, é alegria. Vamos sorrir e cantar (O homem do Baú) – 2001

História de nossa trajetória e de nossas atividades comunitárias.

 

SAMBA ENREDO                                                2008

Enredo

    Isto sim é a Tradição!

Compositores

    Jorge Nascimento, Eli Penteado, Marquinho Imperador e Marcos Glorioso

Pintado com tinta de guerra, o condor ecoou
Um grito de alerta pelo ar, pelo ar
Despertando os sonhos de Natal
O melhor da raça, o melhor do carnaval
Samba, amor e Tradição
É a Caçulinha Guerreira
Vitória, orgulho e emoção
Garra, alegria e união

Isto sim é a Tradição, amor, amor
Um beijo no seu coração
Voa Xingú, Pássaro Guerreiro
Valeu a luta pelo solo brasileiro

Doce Saudade, me leva,
A lona do circo recordar, recordar!
O grande João Nogueira,
Jorge Paes Leme, Vicentina e outros mais
Nossos bambas não esqueceremos jamais
A coroação, festa do maracatu
Quatro séculos de glória viajei
Nos braços de Jacarepaguá
Conquistei a minha identidade
Nesta trajetória de paixão
Qual é o Prêmio Lombardi, diz aí...
Qual é a música quem sabe, canta aí...
Com Sílvio Santos brinquei na Sapucaí

Levantou poeira em Madureira
Vilma Nascimento, o mundo encantou ô, ô
Lá vem o Cisne da Passarela
Contando nossa história, que visão tão bela