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Isto sim é a Tradição!
Justificativa:
A Caçulinha guerreira busca em sua história a garra para voltar ao seu lugar por direito.
De onde tirar forças para lutar. Para absorver uma realidade dura,porém irreversível.
Acordar e descobrir que a "Caçulinha guerreira" e destemida havia tropeçado no cansaço da estrada sem perceber que na vivência de tantas guerras não havia se dado conta do número de guerreiros que haviam deixado para traz.
Uma luta pode trazer vitórias, mas traz também o desgaste. A frieza. O imediatismo. E a mesmice em suas repostas.
Quando se luta muito e os resultados são negativos. Cometemos o segundo erro. Procuramos os culpados quando deveríamos procurar onde estão os erros.
Sei que lendo assim parece que estamos relatando a vida política, sentimental ou financeira de uma pessoa ou de um país. Mas não.Estamos relatando a história de uma GUERREIRA que teve um crescimento precoce, envolta a muitas glórias, mas com pouca
consistência.
Sim senhores iremos contar a nossa história, mas acima de tudo mostrar nossa garra, e determinação em voltar. E somente por um motivo.
Isto sim é a Tradição!
Sinopse:
A Tradição irá contar sua própria história. Não uma lamentação como muitos podem imaginar. Simplesmente porque nossa história é alegre,tem determinação, garra, união, sentimento, paixão, luta e vitórias.
A união de todos para realizarmos os primeiros ensaios da escola. A conquista de nossa sede com garra, determinação e alegria. Ah! O circo. Quem não se lembra da lona do circo que cobria o terreno da quadra, uma das melhores épocas de nossa escola...
E a exemplo de Monteiro Lobato, escolhemos alguém muito especial para contá-la. Não, não é a Dona Benta. Mas é o nosso bem mais precioso e a idealizadora deste enredo. Vilma Nascimento, o Cisne da Passarela.
Quem melhor do que ela.........
Ela irá contar a vocês desde 1984 quando a Tradição foi fundada e desfilou em 1985 pela primeira vez com o enredo Xingu
Pássaro Guerreiro. Todos irão relembrar com ela os bons enredos e pessoas magníficas que ajudaram a escrever esta história.
Oh! Natal bom Natal...
Que bom seria se ele estivesse vivo para ver essa boa luta.
O melhor da raça, o melhor do carnaval.
Este será nosso lema, iremos mostrar todo o nosso melhor.
Ah! Rio, amor, samba e tradição.
Esse é a nossa cara.
Que saudade! João Nogueira, Jorge Paes Leme e Tia Vicentina com
certeza estão na mesma escola no céu.
A coroação.
Um carnaval rico iniciando a mutação da escola
E quando cantamos nosso bairro, Nos braços da história, Jacarepaguá
quatro séculos de glória.
E quem não cantou?
Qual é o prêmio Lombardi, diz aí...
O homem do baú.
Mas vamos parar por aqui, pois sem imitar ninguém,
Se eu for falar na Tradição hoje eu não vou terminar...
Isto sim é a Tradição!!!
Orlando Júnior

Roteiro do Desfile:
| 1º Setor: Isto sim é a Tradição |
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Nº |
Nome da Fantasia |
Nome da ala |
descrição |
Responsável pela ala |
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Cisne |
Comissão de Frente |
Uma grata homenagem a uma personalidade fundamental em nossa história. |
João de Aquino |
1º Casal de Mestre Sala e Porta Bandeira: Troféu Imprensa
Homenagem a um dos maiores enredo – O Homem do Baú |
1ª Alegoria: Condor (Símbolo da Tradição)
O Condor irá contar a vocês desde 1984 quando a TRADIÇÃO foi fundada e desfilou em 1985 pela primeira vez com o enredo Xingu
Pássaro Guerreiro. Todos irão relembrar com ele os bons enredos e pessoas magníficas que ajudaram a escrever esta história.
Principais destaques: Nil de Yemanjá |
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1 |
Guardiões do condor |
Baianas |
Buscamos nossa Ala mais preciosa que desde o inicio de nossa fundação, cuidam de nós com muito amor e carinho. |
Waldiceia de Jesus |
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2 |
Capital nacional do samba |
Sábado Legal |
Bairro original de nossa fundação, cantado em verso e prosa como a capital do samba, orgulho de nossa existência, alegria de nossa comunidade. |
Vânia Love |
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3 |
Caçulinha Guerreira |
Panteras |
Um carinhoso apelido dado a nossa agremiação em nossa fundação, pela imprensa. E àpartir daí retornamos para buscar forças, corrigir erros e voltar ao grupo especial. |
Débora Valença |
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2º Setor: Personalidades da Tradição |
2ª Alegoria: Os
bambas da Tradição
Uma homenagem as personalidades do samba e da Tradição que
fizeram parte a nossa história. Samba, feijoada da Tia Vicentina e uma loura gelada.
Principais destaques: Luis Carlos |
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4 |
Tia Vicentina |
Comunidade de Campinho |
Um ícone não só na história da Tradição, mais homenageada e venerada por todos no mundo do samba. Homenageada por personalidade como Paulinho da Viola, lutou ao lado do sobrinho Nésio Nascimento, pela fundação da Tradição. |
Aracy |
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5 |
Malandrinhos na Tradição |
Crianças |
A Tradição de hoje, é formada por crianças que ‘a 23 anos atrás, tiveram que se tornar “malandrinhos”, para sobreviver ao carnaval. |
Wladmir |
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6 |
Jorge Paes Leme |
Liberdade para as borboletas |
Figura impar no carnaval carioca, detentor de homenagens e troféus por sua capacidade e competência como diretor de carnaval. Fundou a Tradição e lá esteve até sua morte. |
Paulo Sergio |
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7 |
Natal da Portela |
Família Nascimento |
Natal da Portela Pai de Nésio Nascimento – fundador da Tradição, foi um grande enredo 1987, quando a Tradição foi campeã. Coincidência ou Proteção? |
Wagner Nascimento |
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8 |
João Nogueira |
Amigos do João Nogueira |
Cantor e compositor da Portela durante muitos anos. Ajudou a fundar a Tradição e compôs sambas enredos, juntamente com Paulo César Pinheiro, durante muitos anos. Que saudades... |
Ângela Nogueira |
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3º Setor: Viagem aos enredos |
3ª Alegoria:
Viagem fantástica ao pulmão do Mundo
Uma grande homenagem ao nosso enredo que descreve as belezas da
Amazônia.
Principais destaques: Antônio Salles |
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9 |
Gênios do carnaval |
Dá o que falar |
Desde o seu inicio a Tradição tornou –se uma escola atípica, não apenas pelos seus sucessivos campeonatos, mais também na forma de entender o samba. Em seu inicio a escola juntou um grupo de carnavalescos famosos que foram responsáveis pela sua caminhada até o grupo de especial. Muito Obrigado... |
Clemente |
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10 |
Viagem fantástica ao pulmão do mundo |
Passista |
Uma homenagem a um enredo de grande transformação na escola e bastante aplaudido. |
Amilton |
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11 |
Jacarepaguá quatro séculos de glória |
Bateria |
Neste enredo a Tradição sofisticou a apresentação plástica, como também pode trazer toda sua comunidade para participar deste grande desfile. |
Dacopê |
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12 |
Ginástica olímpica |
Renovação |
Um dos motivos da fundação da Tradição foi a preocupação não só apenas com o carnaval mas também com o cultural e esportivo. As atividades desenvolvidas em nossa quadra é motivo de grande orgulho, onde encontramos força para lutar. Projeto comunitário, mantido em nossa quadra para a comunidade. |
Iamara |
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13 |
Capoeira |
Maculele |
Grupo de jovens que viviam a margens da Tradição foi atraído por nossos projetos sociais e hoje formam um dos maiores grupos do Brasil. E nos ensinaram algo importante – para tudo é necessário Disciplina. |
Ephrain |
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4º Setor: Carnavais dos Carnavais |
4ª Alegoria: O carnaval
Homenagem aos carnavais da Tradição e a maior festa popular do mundo – o carnaval
Principais destaques: André Marques |
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14 |
Rei senhor rei Zumbi rei nagô |
Pedro Ernesto |
Uma escola denominada caçulinha guerreira não poderia deixar de homenagear um povo tão guerreiro quanto. Foi um grande desfile. |
Mara |
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15 |
De geração a geração nas asas da Tradição |
Asas do condor / Ki-prazeres |
Um enredo em que nosso condor alçou vôo para o mundo dos adultos. |
Cleide e Carlinhos |
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16 |
Não me leve a mal é carnaval |
Da paz |
Esse enredo levou a escola para avenida de sua forma mais original – alegre e solta. |
Deise |
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17 |
Alegria |
Balangandãs |
Com todos os problemas não poderíamos deixar de falar deste enredo que deixou evidente o carisma da escola. E para retratar este momento buscamos aqueles que sem sombra de duvidas são extremamente carismáticos.Os caricatas... |
Mazinho |
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18 |
Compositores da Tradição |
Compositores |
Responsáveis por obras tão belas que já passaram nesta avenida. |
Lima |

Bibliografia:
Enredos de nossa agremiação:
-
Xingu, pássaro
guerreiro – 1985
-
Rei Senhor, Rei
Zumbi, Rei Nagô – 1986
-
Sonhos de Natal – 1987
-
O melhor da raça, o
melhor do carnaval – 1988
-
Rio, samba, amor e
Tradição – 1989
-
A coroação – 1990
-
De geração à geração
nas asas da Tradição – 1991
-
Não me leve a mal,
hoje é carnaval – 1993
-
Amazônia, a viagem ao
pulmão da terra – 1998
-
Nos braços da
História: Jacarepaguá, Quatro Séculos de Glória – 1999
-
Hoje é domingo, é
alegria. Vamos sorrir e cantar (O homem do Baú) – 2001
História de nossa
trajetória e de nossas atividades comunitárias. |